Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Missionária denuncia venda de meninas na Amazônia brasileira


BRASILIA,  (ACI).- A missionária italiana, Irmã Justina Zanato, denunciou na localidade de São Gabriel da Cachoeira, na amazônia brasileira perto da Colômbia, meninas indígenas são maltratadas e às vezes até vendidas por dez euros.

As meninas pertencem às etnias tariana, uanana, tucano e barè, e vivem na extrema periferia de São Gabriel da Cachoeira, onde 90% da população é indígena.

Em informação recolhida pela agência Fides, o jornal A Folha de São Paulo assinalou que estes casos infelizmente costumam ficar impunes.

“É frequente que a polícia arquive as denúncias de mães de meninas violentadas. Muitas vezes, depois das denúncias, as pequenas vítimas são ameaçadas e algumas delas devem fugir”, reproduziu Fides.

"Apresentamos numerosas denúncias, mas não obtivemos resultados. É muito triste pensar que quem deve impor o respeito das leis não o faz" - disse a Irmã Zanato, que desde 2008 coordena o programa Menina Feliz, que assiste as meninas violentadas ou abandonadas, e é também presidente do Conselho Municipal para a Defesa de Crianças e Adolescentes.

Segundo a agência Fides, a missionária arrisca a vida todos os dias defendendo estas meninas da violência de adultos. Com efeito, uma menina índia de 10 a 12 anos, na Amazônia, vale poucos euros, um pacote de balas ou uma camiseta. Quem compra a inocência destas meninas são quase sempre homens adultos, brancos, ricos e poderosos, certos de ficar impunes.
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