Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Poema - A última rosa por Carlos Estêvão


Alguns respingos de orvalho
Tanto solo pra alcançar
O amor é terreno fértil
Independe da semente a lançar

Guiado pela rosa dos ventos
Tantos jardins a me apontar
Sentimentos serenos, tão tenros
São força motriz aos cataventos

Enquanto tarda o tempo da colheita
É seiva bruta , é seiva elaborada
Que vão te suprir, te sustentar
Enquanto eu fico a esperar

Sob o céu, sob o sol
Sob o mais lindo olhar
Que meu coração conseguir fitar
A última rosá irá, enfim, desabrochar

Autor: Carlos Estêvão.

As cartas roubadas do papa. Entrevista


Confira a entrevista com o arcebispo Angelo Becciu (foto), que, pelo seu ofício, todos os dias, trabalha em contato estreito com o pontífice, publicada no jornal L'Osservatore Romano.
Amargura e desgosto pelo que aconteceu nos últimos dias no Vaticano, mas também determinação e confiança no enfrentamento de uma situação francamente difícil. São esses os sentimentos que se percebem no sostituto da Secretaria de Estado .
O que dizer sobre o estado de ânimo de quem trabalha na Santa Sé? "Com as pessoas que encontramos nestas horas – responde o sostituto –, nos olhamos nos olhos e certamente lemos confusão e preocupação, mas também vi decisão em continuar o serviço silencioso e fiel ao papa". Uma atitude que se respira todos os dias na vida dos escritórios da Santa Sé e do pequeno mundo vaticano, mas que obviamente não faz notícia no dilúvio midiático que se desencadeou após os fato graves e de acordo com muitas opiniões desconcertantes desses dias.
Nesse contexto, Dom Becciu mede com atenção as palavras para sublinhar "o resultado positivo" da investigação, mesmo que se trate de um resultado amargo. As reações em todo o mundo, além disso, de um lado justificadas, de outro "preocupam e entristecem pelas modalidades da informação, que desencadeiam fantasias sem nenhuma correspondência na realidade".


Era possível reagir com mais rapidez e completude?
Houve, há e haverá um respeito rigoroso das pessoas e dos procedimentos previstos pelas leis vaticanas. Tão logo apurado o fato, no dia 25 de maio, a Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou a notícia, embora tenha sido um choque para todos e isso tenha criado um pouco de desorientação. Além disso, a investigação ainda está em curso.
Como você encontrou Bento XVI?
Entristecido. Porque, de acordo com o que se pôde apurar até agora, alguém próximo a ele parece ser responsável por comportamentos injustificáveis sob qualquer perfil. Certamente, prevalece no papa a piedade pela pessoa envolvida. Mas o fato é que o ato sofrido por ele é brutal: Bento XVI viu serem publicadas cartas roubadas da sua casa, cartas que não são simples correspondência privada, mas sim informações, reflexões, manifestações de consciência, até mesmo desabafos que ele recebeu unicamente em razão do seu próprio ministério. Por isso, o pontífice está particularmente entristecido, até por causa da violência sofrida pelos autores das cartas ou dos escritos endereçados a ele.
O senhor pode formular uma opinião sobre o que aconteceu?
Considero a publicação das cartas roubadas um ato imoral de inaudita gravidade. Acima de tudo, repito, porque não se trata unicamente de uma violação, já em si muito grave, da discrição à qual qualquer um teria direito, mas sim de um vil ultraje à relação de confiança entre Bento XVI e quem se dirige a ele, mesmo que fosse para expressar protestos em consciência. Raciocinemos: não foram roubadas simplesmente cartas do papa, violentou-se a consciência de quem a ele se dirige como vigário de Cristo e se atentou contra o ministério do sucessor do apóstolo Pedro. Em vários documentos publicados, encontramo-nos em um contexto que se presume de total confiança. Quando um católico fala com o Romano Pontífice, está no dever de se abrir como se fosse diante de Deus, até porque ele se sente garantido pela absoluta discrição.
Quis-se justificar a publicação dos documentos com base em critérios de limpeza, transparência, reforma da Igreja.
Os sofismas não levam muito longe. Os meus pais me ensinaram não só a não roubar, mas também a nunca aceitar coisas roubadas de outros. Parecem-me princípios simples, talvez demasiado simples para alguns, mas o certo é que, quando alguém os perde de vista, facilmente perde a si mesmo e leva outros também à ruína. Não pode haver renovação que pisoteie a lei moral, talvez com base no princípio de que o fim justifica os meios, um princípio que, dentre outras coisas, não é cristão.
E o que responder a quem reivindica o direito de expressão?
Eu penso que, nestes dias, por parte dos jornalistas, juntamente com o dever de prestar contas do que está acontecendo, deveria haver também um choque ético, isto é, a coragem de um distanciamento claro da iniciativa de um de seus colegas que eu não hesito em definir como criminosa. Um pouco de honestidade intelectual e de respeito pela ética profissional mais elementar certamente não faria mal ao mundo da informação.
De acordo com vários comentários, as cartas publicadas revelariam um mundo obscuro dentro da Igreja, especialmente na Santa Sé.
Por trás de alguns artigos, parece-me encontrar uma hipocrisia de fundo. De um lado, acusa-se o caráter absolutista e monárquico do governo central da Igreja; de outro, escandalizamo-nos porque alguns, ao escrever ao papa, expressam ideias ou também lamentações sobre a organização do próprio governo. Muitos documentos publicados não revelam lutas ou vingança, mas sim aquela liberdade de pensamento que, ao contrário, se critica a Igreja por não permitir. Enfim, não somos múmias, e os diversos pontos de vista, até mesmo as avaliações contraditórias, são bastante normais. Se alguém se sente incompreendido tem todo o direito de se dirigir ao papa. Onde está o escândalo? Obediência não significa renunciar a ter uma opinião própria, mas sim manifestar com sinceridade e até o fundo o próprio parecer, para depois se adequar à decisão do superior. E não por cálculo, mas sim por adesão à Igreja querida por Cristo. São elementos basilares da visão católica.
Lutas, venenos, suspeitas: o Vaticano é realmente assim?
Eu não percebo esse ambiente dessa forma, e desagrada que se tenha uma imagem tão deformada do Vaticano. Mas isso deve nos fazer refletir e estimular a todos nós a nos comprometermos até o fim para fazer transparecer uma vida mais marcada pelo Evangelho.
O que dizer, enfim, aos católicos e aos que olham com interesse para a Igreja?
Eu falei da dor de Bento XVI, mas devo dizer que não falta ao papa a serenidade que o leva a governar a Igreja com determinação e clarividência. Está prestes a ser aberto em Milão o Encontro Mundial das Famílias. Serão dias de festa, em que se respirará a alegria de ser Igreja. Façamos nossa a parábola evangélica que o Papa Bento XVI nos recordou há poucos dias: o vento se abate sobre a casa, mas esta não ruirá. O Senhor a sustenta e não haverá tempestades que possam abatê-la.
A reportagem é de Giovanni Maria Vian, publicada no jornal L'Osservatore Romano, 30-05-2012.

Processo de Beatificação e Canonização de Frei Damião


Sessão de Encerramento 
da Fase Diocesana
Antes da sessão, conversam:
D. Luís Pepeu - Arcebispo de Vitória da Conquista-BA
D. Fernando Saburido - Arcebispo de Olinda e Recife-PE
D. Jorge Tobias - Bispo emérito de Nazaré-PE
Mons. Edvaldo Bezerra
O Arcebispo presidindo a Sessão de Encerramento
Frei Francisco Barreto (Ministro provincial)
e os italianos da Província Toscana:
Frei Piero Vivoli, Frei Fabio e Frei Antônio Landi
Assinatura do juramento do vice-postulador 
designado a portara  documentação à Roma
Concelebrantes
D. Fernando Saburido presidindo
a concelebração eucarística
O coral
Entrada de 1 das caixas com a documentação
sob os aplausos dos fiéis

Participação do cantor Santana
homenageando Luiz Gonzaga no seu centenário
(O Rei do Baião cantou a obra de Frei Damião)


Fonte: Província Nossa Senhora da Penha do Nordeste do Brasil - Frades Menores Capuchinhos.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ouvi, Pobrezinhas


(Palavras de exortação de São Francisco para Santa Clara e suas irmãs)


“Ouvi, pobrezinhas,
pelo Senhor chamadas,
que de muitas partes e províncias sois congregadas:
Vivei sempre em verdade,
para que em obediência morrais.
Não olheis para a vida exterior,
pois aquela do espírito é melhor.
Eu vos peço, com grande amor,
que tenhais discrição
a respeito da esmolas
que vos dá o Senhor.
Aquelas que estão atormentadas por enfermidade
e as outras que por elas sofrem fadigas,
todas vós, suportai-as em paz,
pois vendereis muito caro esta fadiga,
visto que cada uma será rainha no céu,
coroada com a Virgem Maria.”

São Francisco compôs este “Cântico” para Santa Clara e suas irmãs, quando ele estava doente em São Damião, provavelmente entre o inverno (europeu) de 1224 e o verão de 1225. Foi também neste período que ele compôs o Cântico do Irmão Sol. Essas duas obras foram escritas em língua vulgar e não em latim.
Mosteiro de São Damião
 
Por que São Francisco escreveu este cântico?

“Depois que São Francisco compôs os Louvores do Senhor por suas criaturas, escreveu também algumas santas palavras, com melodia, para consolo e edificação das Damas Pobres, sabendo que elas sofriam muito com sua doença. E não podendo visitá-las pessoalmente, enviou-lhes aquelas palavras por seus companheiros. Com aquelas palavras, quis manifestar-lhes sua vontade, isto é, como deviam viver e comportar-se com humildade e serem unânimes na caridade. Pois ele via que a conversão e santo procedimento delas não só eram uma glória para a Ordem dos frades, mas também uma grande edificação para toda a Igreja.
Sabendo, porém, que desde o princípio de sua conversão elas haviam levado uma vida muito dura e pobre, sentiu sempre piedade e compaixão para com elas. Por isso, naquelas palavras pediu-lhes que, assim como o Senhor as tinha reunido de muitos lugares para a santa caridade, a santa pobreza e a santa obediência, da mesma forma elas deviam viver e morrer nestas virtudes. E exortou-as especialmente a que, com as esmolas que o Senhor lhes dava, com alegria e ação de graças, provessem discretamente seus corpos e, sobretudo, que as irmãs sadias fossem pacientes nos trabalhos que suportavam por suas irmãs doentes e as próprias doentes fossem pacientes em suas enfermidades.” (Espelho de Perfeição (maior) 90).




“Naqueles dias e no mesmo lugar, depois que o bem-aventurado Francisco compôs os Louvores do Senhor pelas criaturas, compôs também algumas santas palavras com canto para a maior consolação das damas pobres do Mosteiro de São Damião, mormente porque ele sabia que elas estavam muito atribuladas por sua enfermidade.” (Compilação de Assis 85).




Este pequenino escrito “Ouvi, pobrezinhas” só foi descoberto em 1976 pelo estudioso Frei João Boccali no Mosteiro das clarissas de São Fidêncio em Novaglie. Este documento foi o último escrito do seráfico pai a ser encontrado pelos estudiosos. Boccali, que tinha seguido as indicações de duas irmãs clarissas estudiosas, publicou dois anos mais tarde um primeiro estudo crítico sobre a pequena obra encontrada.




Pax et Bonum!


Frei Salvio Romero, eremita capuchinho.

Bento XVI completa 35 anos de sagração episcopal


Bento XVI foi sagrado bispo em 28 de maio de 1977
Segunda-feira passada, Bento XVI celebrou o aniversário de 35 anos da sua ordenação episcopal, que aconteceu na Catedral de Munique, em 28 de maio de 1977. Joseph Ratzinger foi nomeado por Paulo VI como Arcebispo de Munique e Freising.

O Santo Padre sentiu muito de perto o afeto dos fiéis e da igreja ao logo de seu Pontificado e fez questão de manifestar isso durante a Audiência Geral de 9 de maio de 2012: “desde o primeiro momento da minha eleição como sucessor de São Pedro, senti-me sustentado pela oração da Igreja, da sua oração, principalmente nos momentos mais difíceis”.

Ao longo do seu percurso, Bento XVI deu grandes demonstrações de fé e de confiança em Deus: “Com a oração constante e confiança – dissera o Pontífice naquela ocasião” -, o Senhor nos libera das cadeias, nos guia para atravessar qualquer noite de prisão que pode tomar o nosso coração, doa-nos a serenidade para enfrentar as dificuldades da vida, mesmo a rejeição, a oposição, a perseguição”.

Comentando os seus 85 anos, disse o Papa: “encontro-me diante da última etapa do percurso da minha vida, mas sei que a luz de Deus existe, Ele ressuscitou, que a sua luz é mais forte que cada obscuridade, que a bondade de Deus é mais forte que cada mal deste mundo”.

São João D’Ávila e Santa Hildegarda serão doutores da Igreja


Como de costume, Bento XVI fez a proclamação do Regina Coeli da janela de seu escritório aos fiéis reunidos na Praça São Pedro
Depois da Celebração Eucarística na Basílica Vaticana para a solenidade de Pentecostes, o Papa Bento XVI, da janela de seu escritório, fez a oração do Regina Coeli e anunciou que proclamará doutores da Igreja São João D’Ávila e Santa Hildegarda de Bingen.

“Estou contente de anunciar que no dia 7 de outubro, no início da Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, proclamarei São João D’Ávila e Santa Hildegarda de Bingen doutores da Igreja universal”, disse.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Regina Coeli de Bento XVI - 27/05/2011


O Papa recordou que João D’Ávida (1499-1569) era um sacerdote diocesano que viveu nos últimos anos do renascimento espanhol, participou do processo de renovação cultural e religiosa da Igreja e da sociedade no alvorecer da modernidade, “mas a santidade de vida e a profundidade da doutrina são perenemente atuais: a graça do Espírito Santo, de fato, lhe projetou nessa experiência de penetrante compreensão da revelação divina e de inteligente diálogo com o mundo que constituem o horizonte permanente da vida e da ação da Igreja”.

Já a alemã Hildegarda (1098-1179) foi monja beneditina no período central da Idade Média, autêntica mestra de teologia e profunda estudiosa das ciências naturais e da música.

“Sobretudo, à luz do projeto de uma nova evangelização, a qual será dedicada a já mencionada Assembleia do Sínodo dos Bispos, e a vigília do Ano da Fé, estas duas figuras de Santos e Doutores são de considerável importância e atualidade. Também nos nossos dias, através dos ensinamentos deles, o Espírito do Senhor ressuscitado continua a fazer ressoar Sua voz e iluminar o caminho que conduz a esta Verdade que unicamente pode nos tornar livres e dar sentido pleno a nossa vida”, afirmou Bento XVI. 

Bento XVI nomeia novo bispo para diocese mineira


Dom Jeremias Antônio de Jesus foi nomeado novo bispo da Diocese de Guanhães
O Papa Bento XVI nomeou nesta quarta-feira, 30, um novo bispo para a Diocese de Guanhães, em Minas Gerais: padre Jeremias Antônio de Jesus.

Até então, o sacerdote fazia parte da Diocese de Bragança Paulista, servindo como pároco da paróquia Cristo Rei, na cidade de Atibaia, sua cidade natal.

Padre Jeremias nasceu no dia 27 de maio de 1966, estudou filosofia no Seminário Bom Jesus da Arquidiocese de Aparecida e teologia no Instituto Teológico Pio XI, na cidade de São Paulo. Depois, frequentou o Curso Internacional para reitores de Seminário no Pontifício Ateneu Regina Apostolorum, em Roma.

Foi ordenado sacerdote no dia 10 de dezembro de 1993. Na Diocese de Bragança Paulista, foi reitor do Seminário Maior Diocesano ‘Imaculada Conceição’, entre 1994 e 1995 e entre 1998 e 2005, e administrador paroquial da Paróquia São Sebastião, entre 1996 e 1997. E desde 1999 era Responsável pela Escola de Teologia para os Leigos de Atibaia, Pároco da Paróquia Cristo Rei, em Atibaia, desde 2006, e, desde 2007, Vigário Forâneo do Decanato de Atibaia.

Diocese de Guanhães

No dia 17 de fevereiro de 2011, Dom Emanuel Messias de Oliveira, então Bispo diocesano de Guanhães, foi eleito bispo da Diocese de Caratinga (MG). A partir dessa data, a diocese de Guanhães tornou-se sede vacante, sem o bispo diocesano. Desde que Dom Emanuel tomou posse, aos 20 de maio de 2011, na Catedral São João Batista, em Caratinga (MG), dias depois o colégio de consultores da Diocese de Guanhães elegeu padre Marcello Romano, na época pároco da paróquia Santo Antônio, em Peçanha (MG), administrador diocesano. Padre Marcello, hoje pároco da paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Conceição do Mato Dentro (MG), completou neste mês de maio 1 ano na administração da Diocese.

Dom Jeremias Antônio de Jesus será o 3º bispo desta diocese localizada na região leste de Minas Gerais. Ela pertence à Província Eclesiástica de Diamantina e ao Regional Leste 2 da CNBB. Geograficamente, limita-se com as dioceses de Governador Valadares, Itabira-Fabriciano e Sete Lagoas, além da arquidiocese de Diamantina e da diocese de Teófilo Otoni, todas em Minas Gerais. Sua superfície é de 15.542, 3 km² e tem uma população de aproximadamente 263.472 habitantes, distribuídos em 30 municípios, dos quais 27 são paróquias.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Festa de Frei Damião - 2012

 De 24 a 27 deste, realizou-se a Romaria de Frei Damião no Convento São Félix no bairro do Pina no Recife/PE. A Romaria contou com a participação de milhares de fiéis durante esses quatros dias, estiveram presentes Frades Capuchinhos de outras fraternidades, Bispos, postulantes e vocacionados capuchinhos, entre outros.
Nesta ocasião de celebração dos 15 anos de Frei Damião na casa do Pai foi concluído a fase Diocesana do seu Processo de Beatificação e Canonização, sobre o encargo do postulador - Frei Jociel Gomes, OFMcap. 



Vinícius Caíque com o Arcebispo de Olinda e Recife - Dom Fernando Saburido, OSB



Vinícius Caíque na Sede da Cúria Provincial da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos do qual o mesmo é Vocacionado.



Da esquerda para a direita: Voc.Robson Guedes, Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, OFMcap. - Arcebispo de Vitória da Conquista/BA, Voc.Vinícius Caíque e o Voc. Samuel.

Da esquerda para a direita: Voc.Robson Guedes, Frei Tiago Santos, Voc.Vinícius Caíque e o Voc.Samuel.

Da esquerda para a direita: Voc.Vinícius Caíque, Pe.João Carlos e Voc.Gilberto Menezes. 





Da esquerda para a direita: Voc.Jairon, Frei Walter - Noviço e o Voc.Vinícius Caíque.

Voc.Vinícius Caíque com Frei Fernando - que acompanhou a vida de Frei Damião e um Confrade Capuchinho Italiano. 

Voc.Vinícius Caíque no túmulo de Frei Damião em Recife/PE

sexta-feira, 25 de maio de 2012

VETA TUDO, DILMA!!!


Onde estará o verde das nossas matas se a presidente 
não vetar completamente o novo Código Florestal?


Nem ela poderá mais usar a faixa verde-amarela 
porque o verde representa não só nossa esperança , 
mas o verde de nossas florestas.
Mais respeito à mãe natureza, Dilma Rousseff!!! 
Seu dever é zelar pelos bens do Brasil!

Não chore, aja!!! Decida pelo povo, pelos ribeirinhos, 
pelos indígenas, 
pelos povos das florestas que é povo brasileiro.

Com São Francisco de Assis, 
patrono da natureza,
dizemos não ao novo código!!!


Nossa Senhora da Amazônia,
rogai por nós!

Bento XVI almoça com membros do Colégio Cardinalício


O almoço do Papa com os cardeais aconteceu na Sala Ducale do Palácio Apostólico
Na segunda-feira passada, 21, o Papa Bento XVI almoçou com os membros do Colégio Cardinalício na Sala Ducale do Palácio Apostólico.

O gesto foi uma forma de agradecimento por parte do Santo Padre pelas felicitações recebidas em seu 85º aniversário natalício e seu 7º ano de pontificado.

Em seu discurso, antes do almoço, o Cardeal Ângelo Sodano, Decano do Colégio Cardinalício, disse que em sete anos de pontificado, o Papa “jamais deixou de convidar todos os fiéis a redescobrir os conteúdos da fé, de uma fé professada, celebrada, vivida e rezada, como bem recordou em sua Carta Apostólica Porta Fidei”.

O Cardeal Sodano ainda falou de Bento XVI como o “Bom Samaritano pelas estradas do mundo” que “continua a nos estimular ao serviço ao próximo, nos lembrando sempre as palavras de Jesus: ‘todas as vezes que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer’”.

Após o almoço, por sua vez, de improviso, Bento XVI agradeceu “primeiro ao Senhor, por ter concedido tantos anos de vida com tantas alegrias e tempos esplêndidos, mas também de noites obscuras. Mas numa retrospectiva sabe-se que as noites eram necessárias e boas, motivo de agradecimento”.

E completou: “Hoje as palavras Ecclesia militans estão um pouco fora de moda, mas na realidade cada vez mais podemos melhor compreender que são verdadeiras. Vemos como o mal quer dominar o mundo e que é necessário empreender uma batalha contra o mal. Vemos como isso acontece de tantas maneiras, cruéis, com diversas formas de violência, mas também mascarado com o bem e assim destruindo os alicerces morais da sociedade”.

Citando Santo Agostinho, o Papa enfatizou: “toda a história é uma luta entre dois amores: amor a si mesmo até o desprezo de Deus, amor de Deus até o desprezo de si mesmo no martírio”

Nessa luta contra o mal, o Papa lembrou que é preciso ter amigos. “E, para mim, estou circundado pelos amigos do Colégio Cardinalício, que são meus amigos e me fazem sentir em casa. Me sinto seguro nessa companhia de grandes amigos que estão comigo e, todos juntos, com o Senhor”.

Por fim, antes de ser homenageado com um “Parabéns a você”, o Papa teve tempo de lembrar que o Senhor disse: “Coragem! Eu venci o mundo! Nós estamos no ‘time’ do Senhor, portanto estamos no ‘time’ vitorioso”.

Fonte: CN

Papa concederá indulgência aos participantes do Encontro em Milão


O Papa concederá indulgência plenária e parcial aos fiéis que de alguma forma participarem do Encontro Mundial das Famílias
O Papa Bento XVI concederá o dom da Indulgência aos fiéis por ocasião do 7º Encontro Mundial das Famílias, que será realizado em Milão, na Itália, entre os dias 30 de maio a 3 de junho de 2012.

O decreto divulgado nesta sexta-feira, 25, explica que a Indulgência plenária será concedida aos fiéis que participarem do sacramento da confissão, da comunhão e da oração segundo as intenções do Santo Padre e ainda “com o espírito desapegado de qualquer pecado, devotamente participem de qualquer atividade durante este Encontro Mundial das Famílias, incluindo sua solene conclusão”.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Decreto de Indulgência Plenária para encontro de Milão

.: Mensagem do Papa para o Encontro
.: NA ÍNTEGRA: Programa da visita do Papa a Milão

“Os fiéis impossibilitados de participar de tal evento poderão conseguir a Indulgência Plenária, sob as mesmas condições, se unidos espiritualmente aos fiéis presentes em Milão, rezarem em família o ‘Pai Nosso’, o ‘Credo’ e outras devotas orações para invocar a Divina Misericórdia”, particularmente quando as palavras do Pontífice forem transmitidas pela televisão e pelo rádio, esclarece o decreto.

Concede-se, ainda, a Indulgência parcial aos fiéis que, de alguma maneira, com o coração arrependido, durante os dias do encontro, rezarem para o bem das famílias.

O tema deste 7º Encontro Mundial das Famílias é “A família, o trabalho e a festa”, e tem intenção de mostrar como conciliar as exigências da família com as do trabalho e com os dias de festa, especialmente os domingos, Páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família e da comunidade.

Fonte: CN

Missão da Igreja é levar o homem a uma relação com Deus



Reuters
O Papa se encontrou com os participantes da Assembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana
A racionalidade científica tende a uniformizar o mundo e surge, às vezes de maneira confusa, um singular e crescente questionamento sobre a espiritualidade e o sobrenatural, o que, segundo o Papa Bento XVI, é sinal de uma inquietude que habita no coração do homem que não se abre ao horizonte crescente de Deus.

Ao se encontrar na quinta-feira, 24, com os participantes da Assembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana, o Pontífice destacou que a situação de secularismo caracteriza, sobretudo, as sociedades de antiga tradição cristã e corrói aquele tecido cultural capaz de abraçar toda a existência humana.

“O patrimônio espiritual e moral no qual o ocidente aprofunda suas raízes e que constitui sua força vital, hoje não é mais um valor profundo. Isso se reflete na diminuição da prática religiosa. Tantos batizados perderam a identidade e a afiliação, não conhecem os conteúdos essenciais da fé ou pensam ser capazes de cultivá-la sem a mediação eclesial”, ressaltou.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Discurso de Bento XVI aos bispos italiano – 24/05/2012


Enquanto muitos olham com dúvida as verdades ensinadas pela Igreja, outros reduzem o Reino de Deus a alguns grandes valores, que têm certamente a ver com o Evangelho, mas, como reforça o Papa, ainda não são o núcleo da fé cristã.

“O Reino de Deus é dom que nos transcende. Como afirmava o beato João Paulo II, ‘o Reino de Deus não é um conceito, uma doutrina, um programa sujeito à livre elaboração, mas é, acima de tudo, uma Pessoa que tem o nome e o rosto de Jesus de Nazaré, imagem do Deus invisível’”, disse o Papa.

Infelizmente, o Santo Padre reconhece que o próprio Deus foi excluído do horizonte de muitas pessoas e o discurso sobre Deus ainda está relegado no âmbito subjetivo, reduzido a um fato íntimo e privado, marginalizado pela consciência pública.

“Num tempo no qual Deus se tornou para muitos o grande Desconhecido e Jesus simplesmente um grande personagem do passado, não haverá um relançamento da ação missionária sem o renovamento da qualidade da nossa fé e da nossa oração; não sermos capazes de oferecer respostas adequadas sem um novo acolhimento do dom da Graça; não saberemos conquistar os homens pelo Evangelho sem tornar nós os primeiros a aprofundar a experiência com Deus”, enfatizou.

Bento XVI salienta que a missão da Igreja foi e sempre será a de levar os homens e as mulheres à uma relação com Deus, ajudá-los a compreender que cumprir a vontade de Deus não é um limite à liberdade, mas torna-os realmente livres.

“Deus é grande, não é concorrente da nossa felicidade, e ao encontrar o Evangelho – e aqui a amizade com Cristo – o homem experimenta ser objeto de um amor que purifica, aquece e renova, e torna capaz de amar e servir o homem com amor divino”,  destaca o Papa.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eleições Municipais de 2012 Mensagem da CNBB



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunida em sua 50ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, de 18 a 26 de abril de 2012, saúda a população brasileira, em sintonia com os importantes acontecimentos que marcam o país neste ano, especialmente as eleições municipais no próximo mês de outubro. Expressão de participação democrática, as eleições motivam-nos a dizer urna palavra que ilumine e ajude nossas comunidades eclesiais e todos os eleitores, chamados a exercerem um de seus mais expressivos deveres de cidadão, que é o voto livre e consciente.
            Inspira-nos a palavra do papa Bento XVI ao afirmar que a sociedade justa, sonhada
por todos, "deve ser realizada pela política" e que a Igreja "não pode nem deve ficar a margem na luta pela justiça" (Deus Caritas Est 28). Para o cristão, participar do processo
político-eleitoral, impulsionado pela fé, é tornar presente a ação do Espírito, que aponta o 
caminho a partir dos sinais dos tempos e inspira os que se comprometem com a construção da justiça e da paz.
            As eleições municipais tem uma característica própria em relação às demais por colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia, lazer. Trata-se de um processo eleitoral com major participação da população porque os candidatos são mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores. A sua importância é proporcional ao poder que a Constituição de 1988 assegura aos municípios na execução das políticas públicas.
            Nos municípios, manifestam-se também as crises que o mundo atravessa, incluindo a própria democracia. Isso torna ainda mais importante a missão de votar bem, ficando claro para o eleitor que seu voto, embora seja gesto pessoal e intransferível, tem consequencias para a vida do povo e para o futuro do País. As eleições são, portanto, momento propício para que se invista, coletivamente, na construção da cidadania, solidificando a cultura da participação e os valores que definem o perfil ideal dos candidatos. Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitos, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades.
            Ajudam-nos nesta tarefa instrumentos como as Leis de iniciativa popular 9.840/1999, contra a corrupção eleitoral e a compra de votos, e 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa, cuja constitucionalidade foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal. Aos eleitores cabe ficarem de olhos abertos para a ficha dos candidatos e espera-se da sociedade a mobilização, como já ocorre em vários lugares, explicitando a necessidade de a “Ficha Limpa” ser aplicada também aos cargos comissionados para a maior consolidação da democracia. Desta forma, dar se importância passo para colocar fim à corrupção, que ainda envergonha nosso país.
            O exercício da cidadania, no entanto, não se esgota no voto. É dever, especialmente, de quem vota, corresponsabilidade na gestação de uma nova civilização fundamentada na defesa incondicional da vida, desde fecundação até a morte natural; na promoção do desenvolvimento sustentável, possibilitando a justiça social e a preservação do planeta.
            A educação para a cidadania é processo permanente. Para ela contribuem as Escolas e Grupos de Fé e Política que se multiplicam pelas dioceses do Brasil, além das variadas publicações de conscientização política. Entre estas, recordamos o Documento 91 da CNBB – Por Uma Reforma do Estado com Participação Democrática e a Cartilha Eleições Municipais 2012: Cidadania para a Democracia, elaborada por organismos da CNBB. Exortamos nossas comunidades e lideranças a lançarem mão destes valiosos instrumentos a fim de que participem conscientemente das eleições e asseguram a unidade em meio às diferenças próprias do sistema democrático. Merecem nosso apoio e incentivo, ainda, campanhas como a que estimula os jovens a exercerem responsavelmente seu direito de votar já a partir dos 16 anos.
            Para o cristão, participar da vida política do município e do país é viver o mandamento da caridade como um real serviço aos irmãos, conforme disse o Papa Paulo XIV: “A política é uma maneira exigente de viver o compromisso cristão a serviço dos outros” (Octogesima Adveniens, 46). Só assim, seremos”fermento que leveda toda a massa” (Gl 5,9).
Que Nossa Senhora Aparecida abençoe o povo brasileiro e ilumine candidatos e eleitores no exigente caminho da verdadeira política.
Dom Bernardino Marchió
Bispo Diocesano

Vida em família gera virtudes sociais, afirma sociólogo



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O sociólogo Pierpaolo Donati responde aos questionamentos sobre o valor da família
No contexto global, está em curso um debate muito intenso sobre a família. Tal debate coloca em discussão a família como forma social ordenada sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher e sobre a estabilidade da relação deles orientada para a procriação e educação dos filhos por meio da complementaridade e reciprocidade entre eles.

A opinião pública coloca uma questão: a família é ainda uma fonte para a pessoa e para a sociedade ou é uma herança do passado que impede a emancipação dos indivíduos e o advento de uma sociedade mais livre, igualitária e feliz?

O livro “La famiglia risorsa della società” (Em tradução livre: A família fonte da sociedade) pretende responder a essa pergunta com uma investigação original, tanto teórica e empírica, quanto documentada.

A obra foi escrita pelo italiano Pierpaolo Donati, professor de sociologia da família da Universidade de Bolonha, e lançada nesta terça-feira, 22, durante uma coletiva de imprensa concedida pelo Pontifício Conselho para a Família, no Vaticano.

Como explica o próprio autor, na primeira parte do livro, são apresentados e comentados os conhecimentos disponíveis no âmbito internacional. Já na segunda parte, são apresentados os resultados de uma pesquisa científica que, em 2011, entrevistou 3500 pessoas entre 30 e 55 anos.

“No geral, a pesquisa mostra que a separação da família normo-formada (aquela composta por um marido e uma esposa, em união pública e estável com os próprios filhos) e sua desconstrução não melhoram a condição de existência das pessoas, e em muitos casos piora”, esclarece Donati.

Segundo o sociólogo, a família pode ser articulada de muitos e diversos modos na vida cotidiana, mas colocá-la em dúvida e despotencializá-la, significa tornar as pessoas fracas e passivas de respeito à sociedade, que deve assisti-las, em vez de torná-las autores, agentes que geram o capital humano e social desta mesma sociedade.

"Como o leitor poderá contar lendo o texto, esta pesquisa é uma ‘viagem dentro e em volta do genoma social da família’, uma redescoberta das razões pelas quais a família é, e permanece sendo, a fonte e a origem da sociedade”, destaca o pesquisador.

Em síntese, a obra demonstra que a família é uma fonte para a sociedade porque gera virtudes sociais e que isso se realiza quando a família vive segundo a ética do dom.

“A relação familiar gera um clima caracterizado pela confiança, cooperação, reciprocidade, na qual crescem as virtudes pessoais e sociais. Sem o clima próprio da família, as virtudes pessoais e sociais tornam-se mais difíceis e, às vezes, é impossível aprender isso e colocar em prática”, enfatiza Pierpaolo Donati.

Fonte: CN 

Planeta Brasileiro