Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

sábado, 12 de maio de 2012

Papa visita santuário franciscano em Arezzo


Santuário franciscano do Monte Alverne fica na província de Arezzo, na Itália
Neste domingo, 13, o Papa Bento XVI visita o Santuário franciscano de Alverne, que fica em meio às montanhas da província de Arezzo, na Itália.

Este lugar era um dos preferidos de São Francisco para retiro e oração e foi ali que, no verão de 1224, ele recebeu os estigmas, dom doloroso, sinal da Paixão de Cristo.

Bento XVI já esteve neste santuário quando ainda era cardeal, no dia 17 de setembro de 1988, durante a festa dos estigmas. “A história de São Francisco é a história de um grande amor que o levou até a identificação corporal com Jesus”, disse o então Cardeal Joseph Ratzinger.

Desta vez, ele irá à Igreja de Santa Maria dos Anjos e falará aos frades e monjas clarissas da Toscana. Um dos que receberão o Papa é o frade Massimo Grassi, guardião do Santuário franciscano do Monte Alverne. O frade vê esta visita do Papa como uma peregrinação de fé.

“Subirá justamente como um peregrino, como tantos peregrinos que sobem aqui em Alverne, para encontrar, sobretudo, o Cristo através da experiência de Francisco. O peregrino que sobe aqui em cima é sedento, sedento de Deus, consciente ou inconscientemente”, salienta o frade em entrevista ao Programa “No coração da Igreja”.

O Pontífice recordará também a visita do Beato João Paulo II, feita no dia 17 de setembro de 1993, quando guiará a procissão até a Capela dos Estigmas. E olhando para a rocha sobre a qual Francisco recebeu os estigmas, recordará as palavras da oração de seu predecessor.

“Aos ofendidos por todos os tipos de maldade comunica, Francisco, sua alegria de perdoar. Para todos os crucifixos de fome, sofrimento e guerra reabrir as portas da esperança”, disse João Paulo II

Para o frade, subiu sobre o monte Alverne, onde Francisco pede ao Senhor o poder de provar um pouco daquele amor e daquela dor que o Senhor viveu sob a Cruz por nós, foi para João Paulo II, de algum modo, uma experiência marcante.

“Aquilo que me lembro e que me impressionou em todos esses anos é que para João Paulo II, depois daquela peregrinação, iniciou seu calvário. Acredito que de qualquer maneira, a vida de João Paulo II foi ligada a esta experiência que ele teve em Alverne”, destaca o franciscano.

Poucos passos separam a Capela dos Estigmas do penhasco onde, em 1993, João Paulo II recitou o Angelus e falou aos jovens. Ele desejava que todos os jovens da Itália e do mundo pudesse ter a paz de Cristo “porque a paz com Deus, a paz entre Deus e a humanidade, é a fonte de toda paz a ser construída nesse mundo”.

E a paz com Deus é um dos dons que os peregrinos e frades buscam nesta antiga floresta. Foi este lugar que São Francisco buscou para retirar-se e para reafirmar que, em sua vida, em primeiro lugar, estava Deus.

“Esta é a experiência fundamental de Alverme. Por isso, vir a Alverme, também para nós frades, é um reafirmar a primazia de Deus em nossa vida e isso, sobretudo, através do diálogo, da oração, estando com Ele”, ressalta frade Massimo Grassi. 

Fonte: CN
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