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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vaticano: Papa destaca importância de dimensões populares da religiosidade


Cidade do Vaticano, 08 abr 2011 (Ecclesia) – Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que as práticas populares de religiosidade cristã não podem ser consideradas como “algo secundário” na vida da Igreja Católica.
O Papa falava diante dos membros da Comissão Pontifícia para a América Latina (CPAL), no final da sua assembleia plenária, este ano dedicada ao tema «A incidência da piedade popular no processo de evangelização da América Latina».
Para Bento XVI esta é uma área que se constitui como “espaço de encontro com Jesus Cristo” e “uma forma de exprimir a fé da Igreja”.
“Para levar a cabo a nova evangelização na América Latina, dentro de um processo que impregne todo o ser e agir do cristão, não se podem deixar de lado as múltiplas demonstrações da piedade popular”, sublinhou o Papa.
Bento XVI disse mesmo que “todas” as demonstrações da religiosidade popular, se “bem canalizadas e devidamente acompanhadas, propiciam um frutífero encontro com Deus, uma intensa veneração do Santíssimo Sacramento, uma profunda devoção à Virgem Maria”.
“Que tudo isso sirva também para evangelizar, para comunicar a fé, para aproximar dos sacramentos os fiéis, para fortalecer os elos de amizade e de união familiar e comunitária, assim como para incrementar a solidariedade e o exercício da caridade”, desejou.
O Papa pediu ainda que a piedade popular “não se reduza a uma simples expressão cultural de uma determinada região”, pelo que “tem de estar em estreita relação com a sagrada liturgia, a qual não pode ser substituída por nenhuma outra expressão religiosa”.
“Não se pode negar que existem certas formas desviadas de religiosidade popular que, longe de fomentar uma participação ativa na Igreja, pelo contrário, criam confusão e podem favorecer uma prática religiosa meramente exterior, desligada de uma fé bem enraizada e interiormente viva”, alertou.
O objetivo geral do encontro da CPAL foi refletir sobre o significado e o alcance da piedade popular nos cinco séculos de cristianismo na América Latina, juntando cerca de quarenta participantes entre membros e consultores do organismo do Vaticano.
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