Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

sábado, 2 de abril de 2011

Vaticano institui fundo de solidariedade para o Japão

O Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes instituiu um fundo de solidariedade, através da Obra do Apostolado do Mar, para ajudar os pescadores e suas famílias afetados pelo terremoto e o tsunami ocorridos no dia 11 de março no norte do Japão.

Em um comunicado, o dicastério assinala que esta campanha está dirigida a bispos, sacerdotes, religiosos e leigos para que "façam uma doação ao fundo especial do Apostolado do Mar, criado para reabilitar as comunidades de pescadores ao centro do desastre", que perderam seus lares e toda a frota para sua atividade.

Os recursos arrecadados serão enviados ao Apostolado do Mar no Japão. O Diretor Nacional, Soon-Ho Kim, com a supervisão do Bispo Promotor, Dom Michael Goro Matsuura, assumiram a responsabilidade de coordenar o projeto.

O Presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, Arcebispo Antonio María Veglió, comentou que "uma iniciativa similar foi lançada em 2004 por parte deste dicastério depois do tsunami que afetou as costas da Ásia".

"A resposta das pessoas naquela ocasião permitiu ajudar diversas comunidades de pescadores", acrescentou, ressaltou Dom Veglió.

Dom Matsuura indicou ainda que "muitas comunidades foram completamente afetadas e perderam suas embarcações e casas".

"Queremos projetos e programas para reconstruir o ambiente humano, social e trabalhista destas pessoas: será um processo em longo prazo, também porque hoje as pessoas olham o mar com medo extremo", acrescentou Dom Matsuura.
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