Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Calendário das celebrações presididas por Bento XVI na Semana Santa

A Rádio Vaticano anuncia:

(14/4/2011) A Sala de Imprensa da Santa Sé anunciou o calendário das celebrações a que o Papa vai presidir durante a Semana Santa.

Neste domingo, que a Igreja Católica denomina de “Ramos e da Paixão do Senhor”, dia que pela 26.ª vez assinala a Jornada Mundial da Juventude, Bento XVI preside à missa na Praça de São Pedro, no Vaticano.

A celebração, marcada para as 9h30, começa com a bênção dos ramos– tradição que evoca o relato bíblico da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, dias antes da sua crucificação – seguida de procissão.

Na Quinta-feira Santa, dentro da basílica de São Pedro, igualmente no Vaticano, Bento XVI preside à concelebração da missa crismal, assim denominada porque nela são abençoados os óleos usados em sacramentos como o Crisma, assim como noutros ritos.

A eucaristia, com início às 9h30, conta com a participação dos cardeais, bispos e padres presentes em Roma, sublinhando a comunhão entre o Papa e o clero.

O Tríduo Pascal – que principia na tarde desta quinta-feira e termina no domingo de Páscoa – abre com a missa da “Ceia do Senhor”, recordando a narrativa da Bíblia em que Jesus instituiu o sacramento da Eucaristia.

Durante a celebração, que se inicia às 17h30 na basílica de São João de Latrão, em Roma, o Papa vai lavar os pés a doze padres, recordando o gesto, também de origem bíblica, em que Jesus, como sinal de humildade e serviço, lavou os pés aos doze apóstolos.

Os fiéis presentes na assembleia vão ser convidados a realizar um “ato de caridade pelas vítimas do terramoto e do maremoto no Japão”, ocorrido em Março , refere a Sala de Imprensa da Santa Sé.

Após a missa, o Santíssimo Sacramento vai ser trasladado para uma capela – chamada da “Reposição” – para que no dia seguinte, Sexta-feira Santa, a área principal da basílica (e de todas as igrejas do mundo católico) não apresente sinais de Jesus, cuja morte se evoca nesse dia.

Na Sexta-feira Santa, o Papa preside a partir das 17h00 à celebração da “Paixão do Senhor” na basílica de São Pedro, liturgia composta pela escuta de leituras bíblicas, adoração da cruz e comunhão.

Às 21h15, Bento XVI preside no Coliseu de Roma à Via-sacra – onde se evoca espiritualmente o trajecto que Jesus realizou em Jerusalém até à sua morte e sepultura, com momentos de meditação e oração em várias etapas, chamadas estações – finda a qual profere uma alocução e concede a “Bênção Apostólica”.

A Vigília Pascal – a mais importante celebração do ano para os católicos – inicia-se às 21h00 na basílica de São Pedro, com Bento XVI a abençoar o “fogo novo” no átrio do templo, seguindo-se a procissão para o interior da igreja com o círio pascal aceso, a partir do qual se acendem as velas da assembleia.

O Papa preside à “Liturgia da Palavra”, cuja forma longa prevê a proclamação de mais de quinze textos bíblicos, e também às liturgias "Baptismal” e "Eucarística”, a concelebrar com cardeais.

No domingo de Páscoa, Bento XVI preside na Praça de S. Pedro a celebração da missa, agendada para as 10h15, no termo da qual profere a sua mensagem pascal r concede a bênção “Urbi et Orbi” (“à cidade [de Roma] e ao mundo”), acompanhada por uma saudação em dezenas de línguas.
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