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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

domingo, 3 de abril de 2011

Papa lembrou testemunho de João Paulo II


D.R.
Cidade do Vaticano, 03 abr (Ecclesia) – Bento XVI recordou hoje o testemunho de vida de João Paulo II, seu predecessor, falecido a 2 de abril de 2005, que vai ser beatificado no próximo dia 1 de maio.
“Por causa da sua próxima beatificação, não celebrei a tradicional missa de sufrágio por ele, mas recordei-o com afeto na oração, como penso que todos vós fizestes”, disse o Papa, aos peregrinos reunido na Praça de São Pedro, Vaticano, para a recitação da oração do angelus.
Ao assinalar o “sexto aniversário da morte do meu amado predecessor”, Bento XVI falou do falecido Papa polaco como um “grande pontífice”.
“Ao atravessarmos o caminho quaresmal, preparamo-nos para a festa da Páscoa e aproximamo-nos com alegria também do dia em que poderemos venerar como beato esse grande pontífice e testemunha de Cristo, confiando-nos ainda mais à sua intercessão”, afirmou, a respeito de João Paulo II.
O Vaticano promove uma conferência de imprensa, no próximo dia 5 de abril, para apresentar os preparativos e o programa da beatificação, que passará assim a ser apresentado pela Igreja Católica à veneração dos crentes como modelo e intercessor junto de Deus.
Bento XVI destacou, na sua habitual catequese, a importância de eliminar da vida quotidiana “tudo quanto ameaça a plena realização” do ser humano e afirmou que “o pecado feriu a humanidade, destinando-a à escuridão da morte, mas em Cristo resplandece a novidade da vida”.
Em espanhol, o atual Papa voltou a lembrar João Paulo II, convidando os presente a caminharem “sempre pelo caminho da verdade e da autêntica alegria”.
Karol Wojtyla, João Paulo II, morreu no dia 2 de abril de 2005, aos 84 anos de idade, na sequência do progressivo agravamento do seu estado de saúde, deixando atrás de si um pontificado de 26 anos e meio, o terceiro mais longo da história da Igreja.
A sua beatificação, marcada para o dia 1 de maio, vai decorrer sob a presidência do atual Papa, na praça de São Pedro, o que acontece apenas pela segunda vez no pontificado de Bento XVI, que apenas preside, por norma, às cerimónias de canonização.
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