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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quarta-feira, 4 de maio de 2011

DOUTRINA: Papa Bento XVI continuará contra a ordenação de mulheres

Papa continuará contra a ordenação de mulheres O papa Bento XVI continuará com seu posicionamento contrário a uma eventual ordenação católica feminina durante a viagem que fará à Grã-Bretanha entre os dias 16 e 19 de setembro, disse o teólogo britânico Stephen Wang.

Segundo ele, aquilo que já foi dito por João Paulo II (1978-2005) e, agora, por Bento XVI "é algo muito maior do que uma norma cultural ligada ao tempo que leva para ser atualizada. É algo que toca o significado mais verdadeiro e profundo do sacerdócio".


Tanto o Pontífice como seu predecessor se opõem a essa mudança. João Paulo II teria inclusive proibido que discussão pública do assunto quando esteve à frente da Igreja Católica. 

Em um comunicado da Conferência Episcopal da Inglaterra e do País de Gales, reportado pela agência católica Sir, Wang se refere a uma campanha publicitária da Ordenação das Mulheres Católicas (CWO), realizada em coincidência com a viagem do Pontífice à Grã-Bretanha e que aparece em ônibus com o slogan "Papa Bento, ordene as mulheres agora!". 

"A insistência com a qual a Igreja Católica afirma que somente os homens podem ser ordenados sacerdotes é incompreensível para muita gente e provoca raiva e desgosto no âmbito ecumênico", disse ainda o teólogo.

De acordo com ele, o fato é que o chefe de Estado do Vaticano não tem "a autoridade para mudar qualquer coisa que se refira à parte fundamental da identidade cristã desde o seu início". 

"Esse ensinamento não é absolutamente um juízo sobre a capacidade ou os direitos das mulheres. É algo que se refere ao papel específico do sacerdote nos interesses católicos", completou. 

Em 15 de julho, o Vaticano publicou normas mais duras para combater a pedofilia na Igreja, em uma reforma do Motu Proprio, documento de 2001 sobre os delicta graviora, crimes graves cometidos por religiosos. 

Além dos itens referentes ao abuso sexual de crianças, a tentativa de ordenar mulheres ao sacerdócio também passou a ser considerada um crime gravíssimo contra a fé.
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