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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Bento XVI abençoa cordeiros na festa de Santa Inês



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Bento XVI abençou hoje, no Vaticano, dois cordeiros brancos
O Papa Bento XVI abençou nesta segunda-feira, 21, no Vaticano, dois cordeiros brancos, seguindo uma tradição centenária na memória litúrgica de Santa Inês (séc. III-IV).

A lã destes animais será utilizada para a confecção dos pálios que serão impostos pelo Papa aos novos arcebispos metropolitanos no dia 29 de junho, na Solenidade de São Pedro e São Paulo. O pálio é uma insígnia litúrgica de ‘honra e jurisdição’, trata-se de faixa de lã branca bordada com seis cruzes pretas de seda.

A benção dos cordeiros aconteceu no Palácio Apostólico do Vaticano: Um dos animais foi enfeitado com flores brancas, símbolo da virgindade de Santa Inês, e outro com flores vermelhas, símbolo do seu martírio.

Santa Inês, cujo nome latino - Agnes - se associa à palavra em latim para cordeiro (agnus), está enterrada na basílica que lhe é dedicada, na Via Nomentana, em Roma, e é para lá que são levados os cordeiros após a benção papal.
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