Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Não apresse o rio, ele corre sozinho!

Olá queridos amigos e amigas, tudo bem com vocês? Cá estamos nós outra vez, com espírito cheio de amor e de desejo do bem. 
Vamos então para nossa conversa deste mês, trazendo para o centro do assunto os jovens que estão se preparando para o mercado de trabalho ou que recentemente começaram a viver a vida no seu primeiro emprego. Pensei no tema do emprego e da qualificação profissional, visto que neste tempo de um novo ano surgem muitas oportunidades no mercado de trabalho e estar atento a ajudar o jovem a se posicionar-se profissionalmente. Pra muitos jovens, o ideal de vida consiste em conseguir passar no vestibular, cursar uma boa faculdade e, consequentemente, conseguir um bom emprego dentro da área de interesse que foi escolhida como ideal para a realização profissional.
Mas é preciso ser realista e colocar os dois pés no chão. Uma minoria privilegiada consegue hoje formar-se profissionalmente em cursos superiores e existe uma grande contingência de jovens cujo dia a dia é uma batalha pela sobrevivência, longe dos bancos das escolas. Estes, da sua maneira, vão construindo seus sonhos a duras penas e merecem por isso toda nossa consideração. São jovens cujos sonhos marcam as mãos com calos e graxa!
Por isso nasceu o intuito deste texto. Pensei na luta de muitos jovens para sobreviver no mercado de trabalho, nas dificuldades enfrentadas por aqueles que não carregam nenhuma qualificação profissional e penam pelo primeiro emprego formal. E tendo esses jovens em mente, passei a considerar aqueles para os quais a vida e as oportunidades abriram uma vaga na faculdade ou num emprego de qualidade. Estes são ainda minoria e nem sempre aproveitam bem a chance que lhes é oferecida.
Uma das grandes dificuldades do jovem que entra hoje no competitivo mercado de trabalho é a maturidade profissional. Claro que não se pode exigir de um jovem recém-formado a experiência de um execultivo de quarente anos de praça, mas deve-se exigir o mínimo equilíbrio humano e emocional para o exercício de suas atribuições. A essa falta de equilíbrio ´q que chamamos imaturidade profissional. O jovem que sai da faculdade pensa que tem nas mãos o segredo da felicidade do mundo, que todos, exceto ele, fazendo tudo errado e que é preciso reorganizar tudo senão a coisa fica para trás.
Nesse afã de tudo fazer e tudo corrigir do seu jeito, o jovem tropeça no primeiro chefe rabugento e no primeiro colega de trabalho que só quer a vidinha tranquila que conquistou; ou então se depara com o profissional de primeira linha que, com meia dúzia de palavras, o coloca em xeque nas suas ansiedades profissionais. Diante desses fatos, o jovem pode desiludir-se, entristecer-se ou até mesmo desistir de fazer a diferença no mundo do trabalho.
Nesse sentido, há uma mão dupla de responsabilidades. Primeiro: o jovem trabalhador precisa amadurecer profissionalmente, crescer progressivamente no exercício de suas funções e com competência, liderança e criatividade galgar posições hierárquicas mais altas dentro da empresas. Quem vai com muita sede ao pote corre o risco de quebrá-lo. Há tempo para aprender  o ofício ao lado das pessoas mais experientes e afinal o senso de responsabilidade profissional. Esse tempo é diferente para cada um e para cada função exercida, mas o certo é que para tornar-se um profissional competente é preciso dar tempo ao tempo, primeiro ser aprendiz, depois tornar-se mestre. E há tantos jovens  por aí que se arvoram o direito de querer mandar e desmandar. Cuide para que você não seja um jovem assim, de prepotência demasiada e competência mitigada!
Mas há um segundo aspecto que devemos considerar: existe por partes dos profissionais mais experientes o receio de serem substituídos pelos mais jovens, e por isso, estes que já estão posicionados no mercado, acabam por fazer parte de tudo para dificultar a vida dos mais jovens, criando situações às vezes constrangedoras para os que começam a aventura humana do trabalhar fora de casa. Para estes fica um pedido: que tal jogar ao lado dos jovens e não contra eles? Não seria bom aprender também com as novidades que a juventude pode trazer para o mundo dos negócios?
Uma coisa é certa, não apressemos o rio, pois ele corre sozinho! H á tempo para tudo, e seguir o ritmo do tempo é atitude sábia para aquele que deseja mais do que alegria passageira, e sonha com a perenidade de uma vida realizada em paz e harmonia!

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