Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mais um relato sobre as farsas da RCC



Relatado por: 

Nome:Plinio Juliano Ramos

Local:Itabera - SP, Brasil
Religião:Católica
Idade:29 anos
Escolaridade:2.o grau concluído
Profissão:Industriário


Como muitos, eu também participei ativamente da RCC. Em 1995 eu era coordenador da secretaria Marcos, que caminhava com a juventude. Na ocasião nosso interesse era participar de forma ativa na Evangelizaçao. Algumas coisas pareceiam contraditórias, por exemplo: era preciso, antes de qualquer atitude, ouvir o que o Espírito Santo impulsionava, "mas desde que isso não contrariasse a organização diocesana", isso nunca foi levado em conta a opinião do Bispo. Pregava-se uma inudade, mas o que era claro é que, desde que fosse vavorável aos seus propósitos, em uma ocasião em que me lembro bem: fomos conversar com o coordenador da secretaria Pedro, que era a Pregação. nosso proprósito era pregar a Liturgia diária no grupo de oração, ou então como a "RCC" sempre dizia: ouvir o Espírito Santo, mas fomos impididos, pois na ocasião havia uma sequencias de leituras para serem refletidas no GO. Apartir disto surgiu uma divisão que era dita como os adultos e os jovens. No ano de 1999, em preparação para o Jubileu, formamos uma equipe e iniciamos uma caminhada de estudo do CIC e outros documentos, nos reuníamos aos Domingos as seis horas da manhã, rezávamos e estudávamos. então fomos para as comounidades rurais e fazíamos aí um dia de oração e reflexão do que havíamos estudado, o encerramento dessa caminhada foi uma cruz em cada capela, escrita: Missão Jovem. Até hoje permanecem como marco de uma caminhada, nossa cidade possui dezoito mil habitantes, em um dos sete encontros que organizamos chamado Cenvivência Jovem, conseguimos reunir seissentos e vinte e dois jovens só da nossa paróquia.
Hoje sou Testemunha Qualificada do Sagrado Matrimônio e dirigente de uma comunidade, meu desafio nas reunões para preparação do batismo que acontece na casa do candidato é: dizer que: O Batismo é Sacramento INDELÉVEL, onde o ser humano torna-se filho de Deus e recebe pela vontade de Deus o Espírito Santo, e que, se não fosse pelo Sacramento, a quem Deus ouviria, ou obedeceria, ou quem seria dígno de tão grande dádiva, e por fim por que alguem se destacaria perante Deus sendo mais ou menos dígno de receber o Espírito Santo, e ainda a questão do Repouso no Es´pirito Santo, que na verdade, ninguem tem real certeza de ter acontecido de fato ou não, em uma ocasião uma pessoa rezava por mim e como nada acontecia, literalmente fui empurrado para que me deitasse, isso aconteceu com todos naquele dia, hove em meu coração uma dúvida que domorou um bom tempoi para que as coisas ficassem esclarecidas. Isso é o maior absurdo pensar que Deus pode estar sob nosso domínio e que obedeça nossas ordens. A partir disto surge dúvidas e protestos, enquanto que a grandeza do Evangelho fica obscura. O que tento dizer é que a tudo Deus estabeleceu uma ordem natural para que as coisas aconteçam, infelismente estão querendo alterar isso. Se soubéssemos nos contentar e seguir realmente o que a Igreja em sua divina sabedoria nos adverte, seria tudo mais simples, mas vejo que a RCC, em nome de um "discrnimento" institui pessoas sem condições alguma tanto psicológica, emocional e sem o mínimo de bom senso para dizer das coisas que são determinates em nossa vida...

São muitas experiências que me ensinou o que não fazer para ser um cristão, quando vejo meus amigos naquela correria, onde não se encontra tempo para os filhos e a esposa, até o ponto de haver separação das famílias, eu me pergunto: e o que isso está trazendo de benefícios para a Igreja e para a sociedade? Precisamos ser pessoas admiradas e respeitadas pelo nosso caráter que deve ser fruto de nossa fé, e não criticados e zombados por dizer aquilo quem nem nós mesmo fazemos, se a RCC nos faz especiais, porque ainda há tantas resistências com aquilo que não pertence ao movimento?

obrigado por poder desabafar um pouco daquilo que por muitos momento ficou calado em mim diante de dos momentos em que a caminhada da Igreja é substituída pelo encontros e formações, etc, etc, etc................................................................................ 

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Salve Maria.
    Muito lhe agradeço sua confiança comunicando-me suas desilusões com a RCC. Deus o recompense.
    O que achei de mais incrível em seu relato foi a observação de que na RCC se podia ouvir o Espírito Santo desde que não contrariasse os planos do Bispo diocesano.

"era preciso, antes de qualquer atitude, ouvir o que o Espírito Santo impulsionava, "mas desde que isso não contrariasse a organização diocesana".
    Afinal, se o Espírito Santo é Deus, por que Ele estaria subordinado à decisão do Bispo?
    Essa contradição põe a nu, o delírio da RCC que pretende ser guiada pelo Espírito Santo, e que portanto, não se submete à autoridade da Igreja. Os pretensos carismas da RCC anulam, tornam inútil os Bispos e o Papa. Porque quem tem o Espírito Santo não precisa ouvir mais ninguém, nem padre, nem Bispo e nem Papa.
    O carismatismo destrói a autoridade da Igreja hierárquica.
    Outro ponto importante em seu relato é a constatação do fingimento do tal "repouso no espírito" -- carisma muito desejado por certos funcionários públicos...
    Sobre isso você me escreve bem sinceramente dizendo:

"a questão do Repouso no Espirito Santo, que na verdade, ninguem tem real certeza de ter acontecido de fato ou não, em uma ocasião uma pessoa rezava por mim e como nada acontecia, literalmente fui empurrado para que me deitasse, isso aconteceu com todos naquele dia, houve em meu coração uma dúvida que demorou um bom tempo para que as coisas ficassem esclarecidas. Isso é o maior absurdo pensar que Deus pode estar sob nosso domínio e que obedeça nossas ordens".
(coloquei em destaque suas palavras mais importantes).
    Possa sua confissão sincera abrir os olhos de muitos outros da RCC, para que abandonem esses delírios que iludem os mais simples e destroem a obediência à Igreja hierárquica.
    Deus o proteja sempre.

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