Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

domingo, 23 de janeiro de 2011

Dom Sérgio da Rocha critica a “mercantilização” da sexualidade

O arcebispo de Teresina, Dom Sérgio da Rocha, participou da série especial 10 Temas, do Jornal do Piauí, comentando assuntos polêmicos. Em entrevista, o religioso criticou a “mercantilização” da sexualidade e comentou, até, a declaração do Papa Bento XVI sobre o uso da camisinha.



“O Vaticano não deu uma palavra oficial sobre a entrevista do Papa. Bento XVI tem reafirmado a posição da igreja: uma sexualidade responsável, vivida de maneira humanizada. O mundo de hoje tende a mercantilizar a sexualidade. Tudo se converte em coisas a serem consumidas. Isso, nos iremos combater”, opina.

Dom Sérgio avalia que as palavras do Papa não ficaram muito claras e o sentido foi perdido devido interpretações e traduções feitas do relato, originalmente em língua alemã. Entretanto, para ele, a posição da continua firma na defesa da sexualidade consciente, baseada em compromissos éticos e morais.

“Corremos hoje o risco da desumanização. O que nos insistimos é na educação para o amor. É claro que o papa acenou para situações especiais em que ele admitiu naquele momento que o próprio preservativo possa ser uma expressão da humanização da sexualidade. O valor não foi alterado. Não queremos que a sexualidade se transforme em um vale tudo”, disse o arcebispo.



Igreja e políticaQuestionado sobre o envolvimento de religiosos no processo eleitoral, Dom Sérgio garantiu que a Igreja não alterou sua posição de neutralidade. “A política partidária deve ser exercida pelos cristãos leigos. A Igreja não tem partido ou candidato. O que acontece é que defendemos um eleitor consciente. Por isso, apoiamos a campanha contra os ficha suja”, disse.

ProjetosO arcebispo informa que 2011 foi intitulado o ano da caridade. Assim, a Igreja e os fiéis terão a oportunidade de renovar os votos de devoção. “Vamos trabalhar a caridade, não como uma simples esmola, mas como a prática da caridade como algo comunitário e organizado. Também vamos valorizar a campanha de doação de bíblias”, informa o arcebispo de Teresina.
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