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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Obras primas do Vaticano centram exposição de arte sacra no Rio de Janeiro

A maior exposição de arte sacra já vista pelos cariocas, intitulada "A herança do sagrado: obras- primas do Vaticano e dos museus italianos" e que faz parte da programação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), foi aberta oficialmente na noite de ontem em uma cerimônia solene no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), mas estará aberta ao público a partir desta quarta-feira.
Durante a cerimônia de abertura, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, definiu a exposição como um "passeio pela visão de diferentes artistas, cada um com seu tempo, suas técnicas, e sua visão do seu mundo e da sua época", após destacar a presença de obras de artistas como Ticiano, Michelangelo e Leonardo Da Vinci.
No total, são 105 peças, todas trazidas da Itália e a maioria ainda inédita no país. Há pinturas, esculturas, joias e relíquias, um rico acervo que ficará ao alcançe do público até o dia 13 de outubro e, o melhor, com entrada gratuita.
Em entrevista à Agência Efe, a diretora do MNBA, Mônica Xexéo, considerou a mostra como um "marco", já que, segundo ela, pela primeira vez artistas "importantíssimos" para a história universal estarão reunidos em uma exposição no Rio de Janeiro. "Essa será uma exposição única. Possivelmente, nos próximos dez anos, não teremos nada igual ao que estamos vendo hoje", acrescentou a diretora.
Para o curador italiano responsável pela seleção das peças, Giovani Morello, essa é "uma oportunidade dada a todos os moradores da cidade aprender em uma única visita o que pode significar toda a história da arte italiana e, especialmente, no que diz respeito à religião".
Entre as peças de destaque estão a réplica da obra-prima de Michelangelo, a escultura 'Pietá', e o "Mandylium de Edessa", obra que compõe o acervo da Sacristia Secreta, sala anexa à Capela Sistina cujo acesso é restrito ao papa.
A direção do museu espera receber cerca de 400 mil visitantes até o final da exposição. Para atender o público, o horário de funcionamento da instituição será ampliado até as 21h durante todo o período em que a mostra estiver em cartaz.
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