Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Cardeal apresenta o perfil do Anticristo

O cardeal Giacomo Biffi apresentou a Bento XVI e à Cúria Romana a advertência profética de Vladimir S. Soloviev sobre o anticristo. O pregador dos exercícios espirituais fez referência ao filósofo e poeta russo, que viveu entre 1853 e 1900, para explicar que o anticristo, na verdade, consiste em reduzir o cristianismo a uma ideologia, em vez de ser um encontro pessoal com Cristo salvador. Citando a obra de Soloviev, Três diálogos (1899), o arcebispo emérito de Bolonha recordou que o anticristo se apresenta como pacifista, ecologista e ecumenista.
Convocará um Concílio ecumênico e buscará o consenso de todas as confissões cristãs, concedendo algo a cada um. As massas o seguirão, menos alguns pequenos grupos de católicos, ortodoxos e protestantes. (Card. Biffi)
Segundo a síntese de sua pregação desta terça-feira pela tarde, o cardeal explicou que o ensinamento que o grande filósofo russo nos deixou é que o cristianismo não pode ser reduzido a um conjunto de valores. No centro do ser cristão está, de fato, o encontro pessoal com Jesus Cristo. Chegarão dias nos quais na cristandade se tratará de resolver o fato salvífico em uma mera série de valores, escreveu Soloviev nessa obra.
Em seu Relato sobre o anticristo Soloviev prevê que um pequeno grupo de católicos, ortodoxos e filhos da Reforma, resistirá e responderá ao anticristoTu nos dás tudo, menos o que nos interessa, Jesus Cristo. Para o cardeal Biffi,esta narração é uma advertência. Hoje, de fato, corremos o risco de ter um cristianismo que põe entre parênteses Jesus com sua Cruz e Ressurreição, lamentou.
O arcebispo explicou que, se os cristãos se limitassem a falar de valores compartilháveis, seriam mais aceitos nos programas de televisão e nos grupos sociais. Mas desta maneira teriam renunciado a Jesus, à realidade surpreendente da Ressurreição. Para o purpurado italiano, este é o perigo que os cristãos correm em nossos dias: o Filho de Deus não pode ser reduzido a uma série de bons projetos homologáveis com a mentalidade mundana dominante.
Ao concluir, o cardeal Biffi afirmou que se o cristão, para abrir-se ao mundo e dialogar com todos, dilui o fato salvífico, fecha-se à relação pessoal com Jesus e se coloca do lado do anticristo.
Fonte: Zenit
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