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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

domingo, 21 de julho de 2013

Dilma entregará escultura de frade ao Papa Francisco


Rádio Vaticano


A Presidente Dilma Rousseff presenteará o Papa Francisco com a escultura de um frade, obra do artista plástico paranaense João Turin, que morreu em 1949. A escultura de cobre tem 44 centímetros e representa um religioso de meia idade, com um livro nas mãos.

Dilma viu a obra em junho, exposta na capital paranaense. Os curadores da mostra lhe disseram que gostariam que a escultura chegasse a Francisco, e no último dia 15, Samuel Ferrari Lago, responsável pelo acervo de João Turin, entregou a peça ao Palácio do Planalto.

Dilma deve entregar a escultura ao Papa segunda-feira, quando ele chegará ao Rio para participar da Jornada Mundial da Juventude.

O estilo de Turin é considerado, por alguns especialistas em arte, como paranista, movimento fundado por intelectuais e artistas que defendiam o resgate e a preservação da cultura regional do Paraná.

Filho de imigrantes italianos de origem humilde, Turin nasceu em Porto de Cima, lugarejo de Morretes, litoral do Paraná. Aos nove anos, se mudou com os pais para Curitiba, onde trabalhou como ferreiro, marceneiro e torneiro antes de descobrir a verdadeira vocação para a arte. Frequentou a Escola de Artes e Indústrias de Mariano de Lima, e em 1905, com bolsa de estudos do Governo do Paraná, João Turin partiu para Bruxelas e se matriculou na Real Academia de Belas Artes. Em fins de 1911, mudou-se para Paris, onde viveu os dez anos seguintes. Terminada a guerra, em fins de 1922, o artista retornou a Curitiba. A partir de então, João Turin passou a produzir grande número de monumentos, estátuas, bustos, relevos e inclusive pinturas e ilustrações.
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