Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quinta-feira, 10 de março de 2011

CREIO NA IGREJA CATÓLICA




Uma das grandes virtudes que devemos cultivar é a virtude da gratidão. Saber agradecer faz parte de nossa experiência de fé. Basta pensar nas vezes em que, pessoalmente, agradecemos a Deus pela graças que recebemos diariamente através de nossas orações pessoais, e, muito mais quando nos reunimos em assembléia para celebrarmos a Santa Missa, a Eucaristia. O significado da palavra eucaristia é ação de graça. Gratidão é pois uma expressão profunda de fé e compromisso.
            Tendo como pressuposto a gratidão, nada mais justo começarmos esta breve apresentação de nossa Igreja, agradecendo a Deus por fazermos parte dela. Alegremente agradeçamos a Deus pelos nossa Papa Bento XVI e nosso bispo Dom Paulo Mendes Peixoto, que conjuntamente com todos os bispos são sucessores do Apóstolos.
            O Concílio Vaticano II (1962-1965), entre as tradicionais apresentações da Igreja (Corpo Místico, Jerusalém do Alto, Redil, Lavoura, Edifício de Deus...), deu ênfase a uma nova expressão, a Igreja Povo de Deus: "Cristo estabeleceu este novo pacto, isto é, a nova aliança do seu sangue (cf. 1Cor 11,25), formando, dos judeus e dos gentios, um povo que realizasse sua própria unidade, não segundo a carne mas no Espírito, e constituísse o novo povo de Deus..." (LG n. 9).
            Fazem parte da Igreja, Povo de Deus: Papa, Bispos, Presbíteros, Diáconos, Religiosos e Religiosas e os leigos. Estes têm em comum a vocação a santidade e a vocação missionária. Somos co-responsáveis pela santificação uns dos outros e pela ação missionária da Igreja. Todos somos chamados para comunhão, o serviço e o testemunho, principalmente em favor dos pobres e marginalizados.
            
Ao mesmo tempo é necessário entendermos que nossa Igreja tem as seguintes características: é una, santa, católica e apostólica.
            A Igreja é uma. O grande Clemente de Alexandria a descreve  com as seguintes palavras: "Que estupendo mistério! Há um único Pai do universo, um único Logos do universo e também um único Espírito Santo, idêntico em todo lugar; há também uma única virgem que se tornou mãe, e me agrada chama-la de Igreja" (cf. Catecismo da Igreja Católica (CIC), n. 813). Na sua característica de ser una, está profundamente inserida no quer de Jesus Cristo, na sua Oração Sacerdotal, que nada mais nada menos reza pela seus dizendo: " Que todos sejam um, com tu, Pai, estás em mim e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste" (Jo 17,21).
            A Igreja é santa. O CIC, faz sobre esta expressão a seguinte reflexão: "A Igreja, unida a Cristo, é santificada por Ele; por Ele e nele torna-se também santificadora" (n. 824). A santidade consiste em viver a caridade. "A caridade é a alma da santidade à qual todos são chamados: Ela rege, informa e conduz ao fim todos os meios de santificação" (n. 826). Pecadores, somos santificado pela caridade de Cristo e chamados a dar frutos de caridade, de santidade e de vida.
            A Igreja é católica. O significado da palavra "católica" é universal. É uma expressão que a nível eclesial tem um duplo significado: "Nela subsiste a plenitude Corpo de Cristo unido à sua Cabeça, o que implica que ele recebe dele a plenitude dos meios de salvação que ele quis: confissão de fé correta e completa, vida sacramental integral e ministério ordenado na sucessão apostólica... Ela é católica porque é enviada em missão por Cristo à universalidade do gênero humano (CIC n. 830-831).
            E por fim, nossa Igreja é Apostólica. É apostólica pois tem como fundamento a fé dos apóstolos escolhidos por Jesus Cristo, e transmitida até os dias de hoje pelos sucessos dos apóstolos, que são os nossos bispos em comunhão com o bispo de Roma, o Papa Bento XVI.
            "Toda a Igreja é apostólica na medida em que, através dos sucessores de S. Pedro e dos Apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com a sua origem. Toda a Igreja é apostólica na medida em que é enviada ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam desse envio. A vocação cristã é também por natureza vocação ao apostolado..." (CIC n. 862).
Nosso apostolado de Igreja acontece incrustado na América Latina, com o desafio de vencer todo tipo de miséria: espiritual e material, que escraviza e empobrece a maioria da população.
            Somos a Igreja Particular de São José do Rio Preto, Diocese de São José do Rio Preto, pertencemos à Igreja Católica, conjuntamente com todos as dioceses católicas do Brasil e do mundo, unidas ao Papa.
            Que todos nós unidos ao nosso Papa Bento XVI, ao nosso Bispo, Dom Paulo Mendes Peixoto e ao bispos do mundo inteiro experimentemos o amor de Jesus Cristo e ajudemos o mundo para que advenha para todos a "civilização do amor", preconizada pelo saudoso Papa Paulo VI.
 
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