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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Fé e caridade: veja reflexões do Papa na mensagem para a Quaresma


Jéssica Marçal
Da Redação


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'Não há ação mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus', destaca o Santo Padre
A sala de imprensa da Santa Sé publicou nesta sexta-feira, 1º, a mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma 2013. Neste ano, o Santo Padre apresenta uma reflexão sobre a relação entre fé e caridade, dividindo a mensagem em quatro pontos: a fé como resposta ao amor de Deus, a caridade como vida na fé, o entrelaçamento indissolúvel de fé e caridade e prioridade da fé, primazia da caridade.

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.: NA ÍNTEGRA: Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2013


Recorrendo a uma afirmação do apóstolo João, “Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele” (1 Jo 4, 16), o Papa explicou que a fé constitui uma adesão pessoal à revelação do amor gratuito de Deus pelo ser humano, que se manifesta em Jesus Cristo. 

E a vida cristã, conforme destacou o Pontífice, consiste em responder ao amor de Deus. “Quando damos espaço ao amor de Deus, tornamo-nos semelhantes a Ele, participantes da sua própria caridade”, disse.

Especificamente sobre a relação entre fé e caridade, Bento XVI lembrou que a fé faz o homem entrar na amizade com o Senhor e que a caridade é uma forma de viver e cultivar esta amizade. Assim sendo, ele destacou que fé e caridade não podem ser separadas, pois estão intimamente unidas.

O Santo Padre destacou ainda que, às vezes, há uma tendência de relacionar a caridade à solidariedade ou à mera ajuda humanitária, mas enfatizou que é importante recordar que a maior obra de caridade é a evangelização.

“Não há ação mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana”.

Por fim, Bento XVI fez uma analogia sobre a relação entre as duas virtudes, comparando-a àquela que existe entre o Batismo e a Eucaristia, sacramentos fundamentais da Igreja. Ele explicou que o Batismo precede a Eucaristia, mas é orientado para ela.

“De maneira análoga, a fé precede a caridade, mas só se revela genuína se for coroada por ela. Tudo inicia do acolhimento humilde da fé (“saber-se amado por Deus”), mas deve chegar à verdade da caridade (“saber amar a Deus e ao próximo”), que permanece para sempre, como coroamento de todas as virtudes (cf. 1 Cor 13, 13)”. 

CN
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