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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Em Roma, Dom Orani agradecerá ao Papa por JMJ ser no Rio



Da Redação, com Assessoria da JMJ


No próximo dia 27, um dia antes da oficialização da renúncia do Papa Bento XVI, o arcebispo do Rio e presidente do Comitê Organizador Local (COL), Dom Orani João Tempesta, viajará para Roma, onde agradecerá ao Sumo Pontífice pelo seu trabalho à frente da Igreja, e pela escolha da cidade do Rio de Janeiro como sede da próxima JMJ.

Em entrevista, realizada na tarde desta quinta-feira, 14, para o programa Conexão Rio do site Aleteia, o arcebispo falou que o sentimento é de gratidão a Bento XVI, por ter conduzido a Igreja com fé e racionalidade em momentos difíceis.

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Dom Orani comentou também sobre sua reação ao receber a notícia da renúncia do Papa Bento XVI. Segundo ele, assim como em todos os brasileiros, a notícia causou grande surpresa.

Ele se encontrava na Basílica de Nossa Senhora de Lourdes (zona norte do Rio) para celebrar a festa da padroeira, quando recebeu várias mensagens em seu celular. No início, não acreditou, achava que eram boatos, até que recebeu uma mensagem de Roma, confirmando o fato. Segundo ele, depois do grande susto, o arcebispo do Rio refletiu a situação e compreendeu a atitude de Bento XVI, que apenas agia de acordo a vontade de Deus.

Quanto às comparações entre Bento XVI e o Beato João Paulo II, Dom Orani destacou que não cabe nem julgar, nem comparar, mas perceber e valorizar a obediência e resposta de cada um ao serviço pela Igreja Católica e o trabalho de evangelização realizado mundialmente.

Esclarecendo dúvidas sobre a Jornada Mundial da Juventude, Dom Orani assegurou que todos os trabalhos em preparação para o encontro mundial de jovens continuam normalmente, tendo em vista que Bento XVI já havia dito que, caso ele não pudesse participar da Jornada, seu sucessor iria em seu lugar.  As únicas possíveis mudanças serão efetuadas na agenda do novo Pontífice, como os lugares por onde ele passará. “Esta será uma jornada de dois papas, um que estará em oração pelo encontro e outro que presidirá as celebrações”, disse o arcebispo.

Sobre a possibilidade de ser o primeiro anfitrião do novo Papa, o arcebispo do Rio diz que a apresentação do pontífice ao mundo durante a JMJ será um belo sinal de novos tempos para a juventude católica, com muita alegria de todos, e as orações de Bento XVI.

Quanto ao fato de um novo pontífice durante a JMJ e a curiosidade que pode atrair mais fiéis que o esperado, Dom Orani foi taxativo ao dizer que este é um evento que, por si só, atrai a atenção e a participação de todos os católicos e que este novo momento para a Igreja apenas aumenta o interesse dos peregrinos. Ainda destacou que a maior preocupação dos organizadores é de acolher, da melhor maneira possível, a todos os que virão para o viver esta experiência no Rio de Janeiro.
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