Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Não há justiça sem perdão, lembra Bento XVI


''Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão'', disse João Paulo II na mensagem para o Dia Mundial da Paz, em 2002
Nesta segunda-feira, 30, o Papa Bento XVI enviou uma mensagem aos membros da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, que participam de um encontro no Vaticano. Na mensagem ele recordou as palavras de João Paulo II: “Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão”.

Neste sentido, “o conceito de perdão precisa encontrar seu caminho nas negociações internacionais para a resolução de conflitos, a fim de transformar esta linguagem estéril de recriminação mútua que não conduz a lugar algum”, enfatiza por sua vez Bento XVI.

O Pontífice recorda que os recentes sínodos sobre a Igreja na África e no Oriente Médio colocaram em evidência que “erros e injustiças históricas podem ser superados somente se os homens e mulheres forem inspirados por uma mensagem de cura e esperança, uma mensagem que oferece um caminho de saída aos impasses que frequentemente bloqueiam as pessoas e as nações num círculo vicioso de violência”.

Bento XVI lembrou também que a encíclica de João XXIII,Pacem in Terris, escrita numa época em que o mundo temia seu fim diante de uma guerra nuclear, tem muito a nos dizer hoje. A mensagem foi um apelo para a inteligência e o coração da humanidade, que não se esquece de lutar pelo valor universal da paz.

Assim – afirma Bento XVI – a Pacem in Terris se torna uma carta aberta ao mundo, um apelo de um grande pastor que já estava no fim de sua vida, para que a causa da paz e da justiça fosse vigorosamente promovida em todos os níveis da sociedade, tanto no âmbito nacional quanto internacional. Todavia, a mensagem daquelas páginas escritas há 50 anos tem muito a dizer ao mundo de hoje.

"Desde 1963, alguns dos conflitos pareciam insolúveis, naquele contexto histórica. Comprometemo-nos, então, a lutar pela paz e pela justiça no mundo de hoje, confiantes de que nossa busca comum da ordem estabelecida por Deus, de um mundo onde a dignidade de cada pessoa humana é concedido pelo respeito que é devido, pode e poderá dar frutos", conclui o Papa.

A 18ª Sessão Plenária da Pontifícia Academia das Ciências Sociais começou na sexta-feira, 27, e segue até esta terça-feira, 1° de maio.

Fonte: CN
Postar um comentário

Planeta Brasileiro