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"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Humildade é principal característica de Bento XVI, destaca escritor



Divulgação
O livro 'Bendita humildade. As virtudes simples de Joseph Ratzinger' foi lançado primeiramente em italiano
Faltam poucos dias para o aniversário natalício de Bento XVI. No dia 16 de abril, Joseph Ratzinger completará 85 anos e três dias depois, no dia 19 de abril, celebrará o 7º aniversário de pontificado.

Para o escritor italiano Andrea Mondam a simplicidade é a maior virtude de Bento XVI e sobre este aspecto do Papa, ele dedica seu novo livro: “Bendita humildade. As virtudes simples de Joseph Ratzinger” (tradução livre). A obra foi lançada no Centro cultural San Roberto Bellarmino, em Roma, nessa quarta-feira, 11, pela editora Lindau.

“Meu livro fala sobre duas coisas: uma é a humildade, esta virtude que, talvez, é a mais misteriosa de todas e é tão frágil e delicada. Outro argumento que abordo é o mistério de um homem chamado Joseph Ratzinger, que há sete anos é o Sumo Pontífice que responde pelo nome de Bento XVI”, explica o autor.

“Humilde e simples trabalhador da vinha do Senhor”: foi assim que o Santo Padre se apresentou para os fiéis no dia de sua eleição. Deste modo, o autor quis abordar este aspecto do Papa, uma característica pessoal que ele levou para seu pontificado.

“Espero que tenha saído um perfil e um retrato mais que tudo espiritual, não político ou sócio-político e nem mesmo teológico. Mas, mais que tudo, um perfil propriamente espiritual de um homem que tem uma forte e intensa espiritualidade que muitas vezes, porém, os meios de comunicação não colocam em destaque”, salienta Mondam.

A humildade, dizia o Papa Paulo VI, é essencialmente verdade: um homem corajoso não é um homem que tem medo, mas um homem que, conhecendo os próprios medos e limites, confia em alguém que está acima de tudo, dando um passo a mais, um passo de fé.

“Bento XVI é, portanto, sem dúvida, um homem leve, doce, de certo ponto de vista quase resignado. Não é explosivo ou expressivo, é uma pessoa que sussurra ao homem, mas sussurra palavras de Verdade, reconduzindo-o sempre à primeira verdade, salientando que o homem é criatura e deve portando confiar num Criador, em alguém maior que ele”, ressalta o escritor.

Mas Bento XVI é também o Papa da alegria, um grande fã do humorismo, especialmente do inglês Gilbert Keith Chesterton (1874-1936). Um Papa simples de poucas, mas profundas palavras; suas encíclicas são breves, claras e didáticas, assim como seus discursos.

No livro-entrevista “Luz do Mundo”, o Pontífice afirma que o fio condutor de sua vida é esse: “o cristianismo dá alegria e alarga os horizontes”. Nesta pequena frase, analisa Mondam, está a síntese do pontificado de Bento XVI: por um lado anuncia a alegria cristã, que Cristo ressuscitou e venceu a morte, e por outro lado que esta alegria não retira nada do homem, na verdade, faz com que ele expanda seus horizontes. 

Fonte: CN
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