Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

DOIS CAPUCHINHOS LIBANESES RUMO AOS ALTARES



BEIRUTE - Os frades capuchinhos e a Igreja do Líbano têm a alegria de anunciar o encerramento do 2º inquérito diocesano, em 15 de dezembro, sobre o martírio de dois missionários capuchinhos Baabdatianos (libaneses), frei Léonard Melki (1881- 1915) e frei Thomas Saleh (1879-1917), martirizados na Turquia. O Tribunal presidido por Dom Paul Dahdad, Vigário Apostólico dos Latinos no Libano e na presença do Vice-Provincial dos capuchinhos frei Tony Haddad, apresentou os dossiês, devidamente autenticados com sigilos de cera vermelha e confi ados ao Vice-Postulador frei Salim Rizkallah, que os levará à Sagrada Congregação. Este inquérito feito sob a instrução diocesana com fi nal positivo, mesmo se a Sagrada Congregação para a causa dos Santos pediu um testemunho suplementar de alguns confrades capuchinhos vivos.
Os dois confrades foram presos e torturados em 1915 quando houve um genocídio no Libano. Frei Léonard Melki antes da chegada da polícia, escondeu o Santíssimo Sacramento e recusou-se a apostatar. Ele foi preso e levado ao deserto, onde com o bispo armênio, o bem-aventurado Ignace Maloyan e mais 415 homens de Mardine, foram executados. Após ter hospedado um padre armênio, quando do genocídio, frei Thomas Saleh foi preso, condenado à morte e deportado em pleno inverno, sob a guarda de um pelotão de soldados. Ele morreu na viagem em 18/01/1917, repetindo com coragem: «Eu tenho plena confi ança em Deus, não tenho medo da morte».
Os capuchinhos do Libano pedem para nos unirmos às suas orações, para apressar a beatifi cação de nossos confrades, a fi m de que eles sejam modelos de caridade fraternal e de zelo apostólico pela Igreja. Pedem para rezarmos especialmente pelos cristãos do Oriente, para que pela intercessão desses dois mártires se obtenha a paz para esta confl ituosa parte do mundo.


Fonte: Site da Cúria geral da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos.

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