Sejam Bem-Vindos!

"É uma grandiosíssima calúnia dizer que tenho revoltas contra a Igreja. Eu nunca tive dúvidas sobre a Fé Católica, nunca disse nem escrevi, nem em cartas particulares, nem em jornais, nem em quaisquer outros escritos nenhuma proposição falsa, nem herética, nem duvidosa, nem coisa alguma contra o ensino da Igreja. Eu condeno tudo o que a Santa Igreja condena. Sigo tudo o que ela manda como Deus mesmo. Quem não ouvir e obedecer a Igreja deve ser tido como pagão e publicano. Fora da Igreja não há salvação."
Padre Cícero Romão Batista

terça-feira, 5 de julho de 2011

VATICANO CONDENA ORDENAÇÃO DE BISPO NA CHINA

O Vaticano afirmou hoje que a ordenação episcopal de Paolo Lei Shiyin, realizada no último dia 29 de junho na China, é "ilegítima". 
   
Em um comunicado, a Santa Sé disse que a ordenação ocorreu "sem mandato apostólico", o que faz com que Paolo Lei Shiyin não tenha "autoridade para governar" dioceses. 
   
O texto também ressalta que o bispo e outros religiosos que consentiram com a ordenação "estão expostos a graves sanções canônicas". 
   
A Santa Sé informou ainda que a ordenação "amargurou profundamente" o papa Bento XVI, além de "danificar a unidade da Igreja", pois representa "um ato unilateral, que semeia divisão e, infelizmente, produz lacerações e tensões na comunidade católica na China". 
   
"Se querem que a Igreja na China seja católica, devem respeitar a doutrina e a disciplina da Igreja", diz a nota publicada pelo Vaticano. 
   
Paolo Lei Shiyin, de 48 anos, foi ordenado sacerdote em 30 de novembro de 1991, e é membro da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, que é um órgão de conselho de Pequim. 
   
O Vaticano e a China tiveram suas relações bilaterais afetadas por ordenações realizadas sem aval da Santa Sé pela Igreja Católica chinesa, que leva o nome de Igreja Patriótica e é subordinada ao governo local. 
   
Alguns sacerdotes de dioceses que seguem a doutrina do Vaticano chegaram a denunciar que têm sido pressionados pelas autoridades chinesas a participarem das ordenações. 
   
China e Vaticano romperam relações diplomáticas em 1951, dois anos após a revolução chinesa que instaurou o governo comunista no país. Pequim não aceitava a ingerência da Santa Sé nas decisões religiosas locais. (ANSA) 
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